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12 Princípios educativos da família real britânica que todos podemos aprender.

Dizem que filhos de reis dormem em lençóis de seda, comem em pratos de ouro e levam uma vida de puro ócio e diversão. Será?

Decidimos pesquisar um pouco como é a educação dos herdeiros da coroa mais famosa do mundo, a britânica. A vida de George e Charlotte, filhos dos Duques de Cambridge, o príncipe William e Kate Middleton, não é exatamente esse mundo de fantasia. Confira alguns detalhes e perceba a maneira sóbria com que as crianças são educadas.

12. Ser da família real não é motivo para ter uma vida de puro ócio

A família dos Duques de Cambridge tem apenas uma babá. A responsabilidade de dar comida, banho e passear é dos pais. O pai, o Príncipe William, trabalha como piloto de helicóptero de serviços médicos de emergências.

11. Respeitar o trabalho dos demais

Os bisnetos da Rainha Elizabeth desde pequenos entendem que o trabalho de qualquer pessoa é valioso e deve ser respeitado, seja na cozinha, seja arrumando o quarto. É por isso que George e Charlotte sabem que não podem desperdiçar comida e sempre arrumam qualquer bagunça que fizerem.

10. A família é o mais importante na vida

Aos 4 anos de idade, George cuidava da sua irmã mais nova, afirma a mãe Kate. Pouco a pouco, eles se tornaram grandes amigos. Desde pequenos eles aprendem sobre a história da família e costumam frequentar a tumba da avó, a Princesa Diana. William sempre passeia com os filhos. George gosta de perguntar tudo sobre o mundo ao pai e Charlotte gosta de cozinhar com a mãe.

9. Todos têm o direito de expressar seus pensamentos e sentimentos

Contrariando o que a tradição impõe, os pais Kate e William incentivam o desenvolvimento da inteligência emocional nos filhos. “Vemos como eles se relacionam com os colegas na escola, e sabemos que, hoje, vivemos em um mundo diferente. No mundo atual não existe mais aquele medo de falar abertamente sobre o que nos preocupa”, afirma William.

8. Formação Educativa

A leitura é o passatempo favorito de George e de Charlotte. A mãe das crianças sempre as leva a museus e exposições, e o museu favorito de George é o Museu de História Natural de Londres. “As crianças adoram vir aqui, e não apenas pelos dinossauros”, afirma Kate.

7. Amor pelo esporte

Os Duques de Cambridge são famosos pelo amor ao esporte: Kate adora jogar hockey sobre grama e William é fanático por futebol, basquete e polo. O príncipe George e a princesa Charlotte ainda não mostram muita paixão por nenhum esporte, mas os pais não deixam de incentivá-los.

6. Protocolos e normas sociais, independentemente da idade, em lugares públicos

As crianças sabem perfeitamente bem o que podem e o que não podem fazer em público. Se se comportam de maneira errada, são castigados imediatamente. O príncipe George tentou muitas vezes quebrar essas normas em parques e foi mandado para casa no mesmo momento.

5. Em casa, podem relaxar

“Eles ainda não quebraram nada mas sempre tentam. George corre, empurra as coisas e pula pela casa toda. Espero que isso diminua com o tempo, por favor”, confessa William.

4. Castigos físicos estão proibidos

Por pior que as crianças se comportem, os pais nunca apelam para castigos físicos. Quando George faz birra, a mãe Kate sempre encontra uma maneira de conversar e chamar a atenção do garoto. Muitas vezes, ela mesma se joga no chão e começa a gritar, fazendo com que os filhos fiquem assustados e se acalmem.

O príncipe George e a princesa Charlotte passam muito tempo fora de casa, correndo e andando de bicicleta. Eles estão proibidos de usar aparelhos eletrônicos. Kate e William acreditam que esse tipo de brinquedo não é necessário por enquanto, e preferem deixá-los para quando as crianças forem um pouco mais velhas.

2. ’Sim’ aos desenhos animados

Ver televisão em família está permitido, mas apenas em horários estabelecidos. Charlotte adora a ’Peppa Pig’ e George adora ’Sam, o Bombeiro’.

1. Consumo razoável

Kate e William não são consumistas. Eles costumam recusar artigos da moda e muitas vezes vemos George e Charlotte com roupas que os pais usaram quando eram crianças, ou com a roupa do tio Harry. Se precisam comprar algo novo, Kate prefere optar por roupas que a maioria das pessoas também compra, e não marcas de luxo.

MUSEU DO GENOCÍDIO NA ARMÊNIA –

1ª. parte. As fotos não estão com muita qualidade porque as fiz escondido. Em alguns lugares precisei ficar  atrás do Evandro para poder fotografar. É um lugar que vale a pena conhecer para saber como uma parte da humanidade é bárbara, ruim e odiosa. Muita maldade e barbárie. Povo muito sofrido e batalhador. Fiquei muito triste vendo tudo isso. É terrível, mas a gente precisa saber o que os povos já sofreram e alguns ainda sofrem.

 

Trinity College Dublin: a melhor universidade da Irlanda

Foi muito legal conhecer e circular por lá. Amamos!

Trinity College Dublin: a melhor universidade da Irlanda

Universidade de Dublin

Também conhecida como Universidade de Dublin, instituição é famosa por seus cursos de literatura inglesa, história e filosofia.

Imagine estudar na escola onde se formaram Oscar Wilde e Jonathan Swift. Mais: imagine ser calouro do ator Jack Gleeson– o Rei Joffrey, de Game of Thrones. Sim, ele é estudante de física na Trinity College Dublin, a melhor e mais antiga universidade da Irlanda.

Também conhecida como Universidade de Dublin, a instituição é 78ª melhor do mundo de acordo com o ranking QS. Embora sua tradição seja forte na área de humanas, com seus programas de literatura inglesa, história e letras ranqueados entre os 50 melhores do mundo, a instituição também está bem posicionada nas áreas de ciências biológicas, com muitas pesquisas sendo desenvolvidas no campo da imunologia.

Com localização privilegiada no centro de Dublin, a TDC está a alguns quarteirões dos escritórios europeus de grandes organizações internacionais, como Google, Apple, Facebook e Pfizer. A proximidade com estes gigantes também potencializou seus programas de negócios: projetos de pesquisas são realizados em parceria com o mercado, há parcerias para estágios e a empregabilidade entre os graduados é de 95% nos primeiros seis meses.

A Universidade possui três escolas (Artes de Humanidades; Engenharia, Matemática e Ciências e Saúde) e 25 programas, divididos entre graduação, mestrado e PhD.

O Campus

Fundada em 1592 pela Rainha Isabel I, a universidade é um dos pontos históricos e turísticos da cidade de Dublin. Apesar disso, porém, o campus possui uma atmosfera tranquila, tendo diversos prédios espalhados em largas praças, que ocupam uma área de 190 mil metros quadrados.

A Biblioteca da Trinity é considerada uma das mais belas do mundo – mas, mais que isso, é também o Depósito Legal da Irlanda e Reino Unido. Assim, ela reúne todas as publicações feitas nestes países desde o século XV, e recebe anualmente mais de 100 mil títulos.

Os estudantes têm opções de acomodação dentro e fora do campus – ambas, bem próximas ao centro da cidade. No total, a faculdade possui 17 mil estudantes, sendo 12 mil em cursos de graduação.  A comunidade universitária tem significativa participação internacional: mais de 40% dos estudantes e da equipe, incluindo professores, são de fora da Irlanda.

Trinity também se destaca pelos seus clubes de interesses: são mais de 120 sociedades e 50 clubes esportivos. Entre eles, estão dois dos mais antigos do mundo, com mais de 300 anos: os clubes de filosofia “The Phil” e de história “The His”. Muitos destes clubes são famosos, e convidam importantes políticos ou escritores para palestrarem em suas reuniões – já passaram por lá nomes como John F. Kennedy e Winston Churchil.

Admissão e Programa de Fundação

As inscrições para o semestre letivo, que tem início em setembro, se encerram em junho de cada ano. Além de comprovar proficiência em inglês, o processo de seleção para a graduação envolve o envio de resultados do ENEM e do histórico acadêmico de Ensino Médio. Também é necessário escrever uma carta de motivação.

Embora a Trinity, como a maior parte das universidades irlandesas, não exija a realização de exames padronizados como ACT ou SAT, estudantes que desejem fazer a graduação completa lá deverão passar por um “Programa de Fundação” de um ano de duração – uma espécie de curso de nivelamento para o primeiro ano de graduação.

Assim, brasileiros podem ser aceitos com suas notas do ENEM, mas apenas com os resultados de testes padronizados será possível ingressar diretamente nos cursos de graduação.

Como forma de ajudar a financiar seus estudos, estudantes podem trabalhar até 20 horas semanais no país.

Ex-Alunos Ilustres

– Oscar Wilde, escritor
– Niall Horan, cantor da banda One Direction
– Jack Gleeson, ator da série Game of Thrones
– Samuel Beckett, escritor
– Jonathan Swift, escritor
– Bram Stoker, escritor
– Michael O’Leary, CEO da companhia aérea Ryanair
– Edmund Burke, filósofo
– Courtney Love, cantora

Por Nathalia Bustamante

* Foto: Trinity College, Dublin / Crédito: William Murphy

 

As Estilosas da Ucrânia são assim…

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Viajamos com amigos para lá e o que gostamos muito foram os abrigos de pele.  São fantásticos! Não resisti!

Ucrânia

Україна
Ukrayina

Ucrânia
Bandeira da Ucrânia
Brasão de armas da Ucrânia
Bandeira Brasão de armas
Lema: “Volia, Zlahoda, Dobro”
(ucraniano: Liberdade, Concordância, Bondade)
Hino nacional: Ще не вмерла України ні слава, ні воля
(Shche ne vmerla Ukrayiny ni slava, ni volya)
“A glória da Ucrânia ainda não pereceu, nem a sua liberdade”

Gentílico: Ucraniano(a)
Localização  Ucrânia

Localização da Ucrânia (em verde escuro)
Território disputado da Crimeia (em verde claro)
Localização na Europa (em cinza escuro)

Capital Kiev
44°52’N 22°40’O
Cidade mais populosa Kiev
Língua oficial ucraniano
Governo República semi-presidencialista
 – Presidente Petro Poroshenko
 – Primeiro-ministro Volodymyr Groysman
 – Presidente do Parlamento Andriy Parubiy
Independência da União Soviética
 – Declarada 24 de agosto de 1991
 – Reconhecida 25 de dezembro de 1991
Área
 – Total 603 628 km² (43.º)
 – Água (%) 7
 Fronteira Rússia
Bielorrússia
Polónia
Eslováquia
Hungria
Moldávia
Roménia
População
 – Estimativa de 2015 44,429,471[1] hab. (32.º)
 – Censo 2001 48 457 102 hab.
 – Densidade 76 hab./km² (115.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2013
 – Total US$ 337,360 bilhões*[2]
 – Per capita US$ 7 422[2]
PIB (nominal) Estimativa de 2013
 – Total US$ 175,527 bilhões*[2]
 – Per capita US$ 3 862[2]
IDH (2014) 0,747 (81.º) – elevado[3]
Gini (2010) 25,6[4]
Moeda Grívnia (UAH)
Fuso horário EET (UTC+2)
 – Verão (DST) EEST (UTC+3)
Cód. Internet .ua
Cód. telef. +380
Website governamental Governo da Ucrânia (em inglês)
Mapa  Ucrânia

A Ucrânia (em ucraniano: Україна, Ukrayina, pronunciado: [ukrɑˈjinɑ]; literalmente “fronteira” ou “confim” é um país da Europa Oriental que faz fronteira com a Federação Russa a leste e nordeste; Bielorrússia a noroeste; Polônia, Eslováquia e Hungria a oeste; Romênia e Moldávia a sudoeste; e Mar Negro e Mar de Azov ao sul e sudeste, respectivamente. O país possui um território que compreende uma área de 603.628 quilômetros quadrados, o que o torna o maior país totalmente no continente europeu.

O território ucraniano começou a ser habitado há cerca de 44 mil anos e acredita-se que a região seja o lar da domesticação do cavalo e da família de línguas indo-europeias. Na Idade Média, a nação se tornou um polo da cultura dos eslavos do leste, conhecido como o poderoso Estado Principado de Kiev. Após a sua fragmentação no século XIII, a Ucrânia foi invadida, governada e dividida por uma variedade de povos. Uma república cossaca surgiu e prosperou durante os séculos XVII e XVIII, mas a nação permaneceu dividida até sua consolidação em uma república soviética no século XX. Tornou-se um Estado-nação independente apenas em 1991.

A Ucrânia é considerada o “celeiro da Europa” devido a fertilidade de suas terras. Em 2.011, o país era o terceiro maior exportador de grãos do mundo, com uma safra muito acima da média. A Ucrânia é uma das dez regiões mais atraentes para a compra de terras agrícolas no mundo. Além disso, tem um setor de manufatura bem desenvolvido, especialmente na área de aeronáutica e de equipamentos industriais.

O país é um Estado unitário composto por 24 oblasts (províncias), uma república autônoma (Crimeia) e duas cidades com estatuto especial: Kiev, a capital e maior cidade, e Sevastopol, que abriga a Frota do Mar Negro da Rússia sob um contrato de leasing. A Ucrânia é uma república sob um sistema semi-presidencial com separação dos poderes legislativo, executivo e judiciário. Desde a dissolução da União Soviética, o país continua a manter o segundo maior exército da Europa, depois da Rússia. O país é o lar de 44,6 milhões de pessoas, 77,8% dos quais são ucranianos étnicos, com minorias de russos (17%), bielorrussos e romenos. O ucraniano é a língua oficial e o seu alfabeto é cirílico. O russo também é muito falado. A religião dominante é o cristianismo ortodoxo oriental, que influenciou fortemente a arquitetura, a literatura e a música do país.

Ucrânia – Wikipédia, a enciclopédia livre.

A História do Chá.

História do chá | Casa do Chá// // // // //

História do Chá

A segunda bebida mais consumida no mundo depois da água, o chá tem uma história deliciosa que começou na China há mais de cinco mil anos e que proliferou para os quatro cantos do mundo, onde continua a ser, ainda hoje, muito apreciado. Sabia que os britânicos, talvez os maiores fãs desta infusão, têm de agradecer a uma portuguesa a introdução do chá no seu país?

Um acaso que deu chá

Reza a história que no ano 2.737 a.C., o imperador chinês Shen Nung e a sua corte estariam a fazer uma pausa durante uma viagem e, enquanto esperavam que os criados fervessem água para beber (o imperador era muito higiénico!), algumas folhas de um arbusto terão caído dentro da mesma, produzindo um líquido acastanhado. O imperador, que também era cientista, ficou com a curiosidade aguçada e resolveu experimentar a bebida, que classificou como muito refrescante. Assim nasceu o chá, que rapidamente conquistou os habitantes desse país, deixando muitas provas históricas: escavações arqueológicas encontraram recepientes de chá nos túmulos da dinastia Han (206 a.C.–220 d.C.), no entanto, foi durante a dinastia Tang (618-906 d.C.) que o chá tornou-se bebida oficial da China. Atingiu uma popularidade tal, que durante o século VIII foi escrito o primeiro livro inteiramente dedicado a esta bebida – o “Ch’a Ching”, da autoria de Lu Yu.

O Japão também aderiu

À medida que o chá se tornava cada vez mais parte integrante da cultura religiosa, passou a ser difundido para além das fronteiras chinesas. Foi o que aconteceu no Japão, que foi apresentado a esta bebida fumegante graças a alguns monges budistas japoneses que, depois de terem estado na China a estudar, tiveram a oportunidade de observar a importância que o chá tinha na meditação religiosa, para não falar do seu agradável sabor! Mas foi graças aos seus contornos religiosos que a bebida foi rapidamente aceita no Japão, não só nas cortes reais, mas em todos os quadrantes da sociedade japonesa. Neste país, porém, o chá passou a ser muito mais do que uma simples bebida aconchegante, atingindo mesmo o estatuto de uma forma de arte, com direito a cerimónia própria (o “Cha-no-yu”)! Foram construídos edifícios específicos para albergar esta cerimonia, onde o objetivo era preparar e servir o chá da forma mais perfeita, mais graciosa e mais charmosa possível, um ritual que demorava anos a aprender e a aperfeiçoar. Esta arte – praticada inclusive pelas célebres gueishas – tornou-se tão popular que chegaram a realizar torneios com prêmios aliciantes, desde jóias e seda a armaduras e espadas! No século XIV, e depois de tanta euforia, os princípios religiosos e as raízes zen do chá foram resgatadas.

Tea time no resto do mundo

Foi a partir do ano 1.560 que o chá começa a viajar pelo mundo, conquistando uma multiplicidade de culturas e povos. Apesar de Portugal ter sido o primeiro país europeu a consumir chá, trazido do Oriente pelos seus navegadores, curiosamente foram os holandeses que importaram o primeiro carregamento de chá da China, algo que aconteceu no início do século XVII, depois de terem estabelecido um posto de trocas comerciais na ilha de Java. Muito em voga na Holanda, o chá depressa circulou para outros países da Europa Ocidental, mantendo-se, no entanto, uma bebida exclusiva dos mais abastados, devido ao seu elevado preço. E foi em 1.650 que os holandeses levaram o chá para o continente americano, mais precisamente para a sua colônia “New Amsterdam”, atual Nova Iorque.

Uma portuguesa em Inglaterra

Por incrível que pareça, o chá apenas chega a Inglaterra em 1.652 e pela mão da portuguesa Catarina de Bragança. Filha do Rei D. João IV e da Rainha D. Luísa de Gusmão, a princesa portuguesa casa com o Rei Carlos II e apresenta aos ingleses a sua bebida predileta – o chá – que se torna a bebida mais popular na corte e, mais tarde, no resto da classe alta. A Inglaterra fez a sua primeira encomenda de chá, cerca de 50 kg, à Companhia da Índia Oriental em 1.664.

Consumo elitista

O entusiasmo dos britânicos pelo chá é algo que ainda hoje se mantém, no entanto, nos primeiros anos de consumo, esta bebida não estava ao alcance de todos porque tinha um imposto tão alto que, em 1.689, as vendas de chá quase que pararam por completo! O resultado? Contrabando de chá em larga escala com uma verdadeira rede de “crime” organizado que, infelizmente, adulterava muitas vezes as folhas de chá, adicionando-lhes folhas de outras plantas para fazer “render o peixe”. Este negócio de mercado negro chegou a proporções tal que, em 1.784, o primeiro-ministro William Pitt colocou um ponto final na situação ao reduzir o imposto de 119% para 12.5%. De um dia para o outro, o chá tornou-se acessível e o contrabando deixou de ser um negócio lucrativo.

Os reis das infusões

Depois de em 1.834 ter terminado o monopólio da Companhia da Índia Oriental nas trocas comerciais com a China, o chá começou a ser produzido noutros países como a Índia e o Sri Lanka e o sucesso deste investimento revelou-se depressa. Em 1.888, a Inglaterra já importava mais chá da Índia do que da China e os números falam por si: em 1.851, quando todo o chá era proveniente da China, o consumo anual na Inglaterra era de cerca de 900 gramas por pessoa. Em 1.901, e com o chá a ser importado mais barato da Índia e do Sri Lanka, o consumo anual cresceu para 2,800 kg por pessoa. Não havia volta a dar: o início do século XX trouxe, para os britânicos, uma nova forma de estar na vida – com uma chávena de chá sempre nas mãos!

A guerra do chá

A Inglaterra teve, ao longo da história, uma influência direta sobre o papel e a importância do chá no mundo… a tal ponto que esta bebida tranquila esteve na base de vários protestos e até uma guerra. O famoso “Boston Tea Party” foi uma resposta direta dos colonizadores americanos à subida do imposto no chá por parte do governo britânico. A manifestação aconteceu no dia 16 de dezembro de 1.773 na doca de Boston, onde os manifestantes destruíram várias caixas de chá pertencentes à Companhia Britânica das Índias Orientais. Mas as coisas não ficaram por aí e os ânimos voltaram-se a exaltar por causa do chá… aliás, há quem diga que foi o “Boston Tea Party” que instigou a própria Revolução Americana. No entanto, importa esclarecer que a Revolução Americana não começou por causa do chá, mas sim porque os colonizadores americanos não tinham a liberdade de adquirir o seu chá onde pretendiam. O resultado desta guerra foi a independência do Império Britânico e a formação dos Estados Unidos da América.

O chá no século XXI

Atualmente, o chá continua a deliciar gerações de povos espalhados por todo o mundo, sendo ainda mais popular do que o café. No início do século XX, e com a invenção das saquetas de chá nos Estados Unidos, houve uma “revolução pacífica” na forma como esta infusão era consumida. Porém, alguns adeptos do chá continuaram a preferir a sua preparação com as folhas e ervas… caso dos britânicos que apenas adotaram as saquetas na década de 70. Com sabores para todos os gostos e benefícios ao nível da saúde e do bem-estar geral de quem bebe, o chá das cinco vai, certamente, continuar a fazer história!

Mês de novembro no México – comemoração de finados. Muito diferente do Brasil. Aqui se vai ao cemitério e se leva flores, reza-se, etc… No México, eles comemoram com felicidade o mês todo e enfeitam tudo com palhas, esqueletos, etc. Para quem vê pela primeira vez, leva um choque cultural. Eles não ficam tristes como nós, lembram seus mortos com carinho, amor e enfeitam tudo para homenageá-los.

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