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Casaquete de lurex de Carol Bassi é um hit elegante!

Casaquete de lurex de Carol Bassi é um hit elegante.

Peça foi criada a partir do desejo da estilista de ter uma peça prática e sofisticada para carregar na bolsa.

A partir da esquerda, Carol Bassi, Silvia Braz, Doris Bicudo (sentada) e Eleonora Xandó vestem novos modelos do casaquete hit (R$ 998 cada) da grife de Carol, combinados a tops e calças do verão 2017/18 da marca (Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )
A partir da esquerda, Carol Bassi, Silvia Braz, Doris Bicudo (sentada) e   Eleonora Xandó vestem novos modelos do casaquete hit da grife de Carol, combinados a tops e calças do verão 2017/18 da marca.
(Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )

Foi durante uma tarde na fábrica da extinta Guaraná Brasil, grife comandada por seus pais e na qual começou a trabalhar aos 18 anos, que Anna Carolina Bassi teve o insight que mudaria o rumo da sua carreira.

Ao se deparar com um rolo de lurex esquecido em um canto, ela transformou um dos símbolos dos excessos dos anos 80 em um elegante vestido-envelope de mangas longas, que chamou a atenção de suas amigas e logo virou alvo de encomendas.

Nascia assim, em março de 2014, a marca que leva seu nome e que, em três anos, ganhou 150 multimarcas e uma flagship nos Jardins (em São Paulo), além do closet de fashionistas daqui e de fora – caso da americana Aerin Lauder, neta de Estée Lauder e ícone de estilo, além de dona de uma grife de lifestyle homônima, que se encantou com um casaco de Carol que a empresária de moda Alice Ferraz usava durante uma semana de moda em Paris.

Calça flare: Luiza Sobral e Sophia Alckmin (Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )
Calça flare: Luiza Sobral e Sophia Alckmin
(Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )

A peça em questão era um casaquete, como foi apelidado o cardigã de tricô de lurex criado por ela também em 2014, que se tornou hit de vendas da grife – e aparece usado pela diretora de relacionamento da JHSF Eleonora Xandó, pela jornalista Doris Bicudo e pela blogueira Silvia Braz, além da própria Carol. Também está no closet de outras elegantes de São Paulo, como Cristiana Neves da Rocha e Patsy Scarpa.

Saia mídi de renda: Nicole Pinheiro e Camila Coelho (Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )
Saia mídi de renda: Nicole Pinheiro e Camila Coelho
(Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )

“Sempre senti muito frio e precisava levar alguma coisa comigo na bolsa. Veio daí a vontade de ter uma peça confortável e prática, que não amassasse, mas que também fosse sofisticada”, conta Carol, que mistura fios de merino e algodão para conquistar o toque macio e a maleabilidade do casaquete.

“O lurex tem flexibilidade, conseguimos trabalhar a modelagem e valorizar o corpo feminino. O brilho carrega atitude e permite ir para ambientes mais sofisticados”, explica ela, que, ao longo das últimas coleções, usou a peça como ponto de partida para coletes, capas, echarpes e até regatas criados a partir da mesma trama brilhante.

Casaco longo: Cris Tamer e Helena Lunardelli (Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )
Casaco longo: Cris Tamer e Helena Lunardelli
(Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )

“Para mim é um curinga, levo para todas as viagens. De dia, combino com jeans, camisa básica e sapatilhas. À noite, jogo por cima de um vestido ou uso com saia e uma camisa de laço”, conta Eleonora Xandó.

Responsável pela área de prospecção da JHSF, empresa proprietária do Shopping Cidade Jardim, a paulistana conheceu a marca de Carol através do Instagram – a identificação foi tamanha que Nora logo tratou de convocar a estilista a inaugurar uma pop-up store no shopping, que funcionou por três meses em 2016.

Macacão de lurex: Fernanda Lima e Tais Araújo (Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )Macacão de lurex: Fernanda Lima e Tais Araújo
(Foto: Adriano Damas, Marcelo Tabach/Divulgação e Divulgação/Instagram )

O encontro não foi à toa: Carol sabe mesmo se comunicar pelas redes sociais. Com 165 mil seguidores no Instagram da grife e outros quase 100 mil no perfil pessoal, seus stories diários são visualizados por mais de 25 mil pessoas.

Nos posts, ela compartilha seus looks, dicas de viagem e beleza e cliques do seu dia a dia – como os detalhes da charmosa mesa rosa repleta de canetinhas, velas e papéis coloridos na qual desenha as coleções da grife e que fica no meio da sua loja.

Originalmente lançado nas cores preto e nude, ambas com detalhes dourados, o casaquete passa agora por uma remodelação. Após ganhar versões inspired de outras marcas Brasil afora (o preço inevitável de um hit da moda), a peça vai deixar de existir nas opções bicolores.

Antes desestruturado, o modelo aparece agora com ombreiras embutidas e inspira também tops e até uma saia coma trama. “Tive que sair da zona de conforto e me reinventar”, conta Carol, que armou uma verdadeira operação de guerra para manter o ineditismo das novas criações, que desembarcam na loja da grife e em multimarcas este mês.

“Apresentamos uma coleção para os buyers, mas, antes de entregarmos, enviei para eles um vídeo contando que, na verdade, as cores e matérias-primas seriam outras.” Dona de uma elegância discreta, Doris Bicudo já escolheu o seu preferido: “Não sou de modismos e adorei o casaquete preto com menos brilho”.

Femininas e clássicas, as peças de tricô com fios metalizados de Carol Bassi dominam os closets de mulheres contemporâneas e antenadas à moda. O casaqueto e a regata são destaques a cada coleção, junto também com outros itens atemporais como coletes alongados, cardigãs e calças jeans.

Styling: Alexandra Benenti
Assistente de Foto: Pedro Pradella E Pedro Lins
Beleza: Andre Mattos usa Dior e L’oréal
Assistente de Beleza: Liliane Hibbeln

 

Universidades de Pisa.

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A cidade de Pisa é uma das cidades universitárias mais famosa da Itália. Graças à sua tradição universitária, e a alta qualidade dos estudos e centros de pesquisa, os três centros universitários (Universidade de PisaScuola Normale Superiore e Scuola Superiore Sant’Anna) gozam de grande reputação na Itália e na Europa.

UNIVERSIDADE DE PISA

Universidade de Pisa

A Universidade de Pisa, fundada em 1343, é uma das mais antigas da Europa e é considerada uma das mais prestigiadas na Itália. Foi estabelecida por um decreto do Papa Clemente VI, mas já no século XI tiveram lugar aulas de jurisprudência.
A Universidade é constituída por sete faculdades: Agricultura, Economia, Engenharia, Literaturas e Línguas Estrangeiras, Jurisprudência, Letras e Filosofia, Ciências Matemáticas, Físicas e Naturais, Medicina e Cirurgia, Farmácia, Ciências Políticas e Veterinária. 
A Universidade também tem centros de pesquisa de alto nível, assim como o jardim botânico acadêmico mais antigo na Europa, fundado em 1544.
Durante a sua história, a Universidade de Pisa tem visto muitos estudantes e professores ilustres, como Giosuè Carducci(poeta e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura), Carlo Azeglio Ciampi (um Presidente della Repubblica Italiana), Papa Clemente XII, Galileo Galilei (famoso cientista), Carlo Rubbia (físico e ganhador do Prêmio Nobel), ecc.

Scuola Normale SuperioreSCUOLA NORMALE SUPERIORE

Scuola Normale Superiore (Escola Normal Superior) de Pisa é uma das universidades mais famosas e de prestígio na Itália. Foi fundada em 1810 por Napoleão como um ramo da École Normale Supérieure de Paris.
A estrutura está organizada como um centro de pesquisa e ensino, onde os professores, pesquisadores e alunos trabalham juntos nas aulas e nos laboratórios. Embora é parte do sistema universitário italiano, a Escola Normal superior tem um estatuto especial.
La Scuola Normale está dividida em duas partes: a Faculdade de Letras e a Faculdade de Ciências, organizada em dois níveis, grau de primeiro nível, e grau como especialista.
Ser admitido na Escola Normal não é fácil. Os estudantes são selecionados através de exames de admissão e entrevistas. A maioria dos custos são cobertos pelo Estado italiano.

SCUOLA SUPERIORE SANT’ANNA

Escola Superior de Santa AnaScuola Superiore Sant’Anna (Escola Superior de Santa Ana) de Pisa é uma universidade pública com o seu estatuto especial, criada em 1967. No início, a escola foi criada no modelo da Scuola Normale Superiore, que a administrava. Em 1987, a Escola Sant’Anna alcançou completa independência da Escola Normal e da Universidade de Pisa.
A escola é constituída das seguintes faculdades: Ciências econômicas e administrativas, Ciências jurídicas, Ciências políticas, Ciências agrárias e biotecnologias, Ciências médicas e Engenharia industrial e da informação.

O Primeiro Hotel Bike do Brasil…

O Primeiro Hotel Bike do Brasil… Por: Tarcísio Michelon

Adventure Spirit, o voo dos Falcões, Lisieux Pereira&Giovana Mendes em ação
há ± 4 meses ·
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Conversamos com Tarcísio Michelon sobre O Primeiro Hotel Bike do Brasil…
Dall’Onder Cicloturismo… Roteiros de Cicloturismo, Região dos Vinhedos, Serra Gaúcha, Bento Gonçalves, RS… http://www.dallondercicloturismo.com.br/ … Adventure Spirit, o voo dos Falcões, Lisieux Pereira&Giovana Mendes em ação
Projetos similares: na Argentina Mendoza, Itália Toscana, Califórnia USA…

O crescimento e a consolidação do turismo em Bento Gonçalves tem nome e sobrenome: Tarcísio Vasco Michelon. Apontado por líderes políticos, empresários e cidadãos como o responsável pela articulação do trade turístico local, o bento-gonçalvense admite que foi visionário. Apostou no setor quando acreditava-se que a única fonte de renda da região deveria partir do metal-mecânico. Raquel Fronza, raquel.fronza@pioneiro.com,
05/12/2015 | 07h04-http://pioneiro.clicrbs.com.br/…/e-uma-…

Os passeios podem ser feitos por qualquer pessoa, não é restrito a hóspedes da rede Dall’Onder.
Dividido em graus de dificuldade, o cicloturismo oferece 4 roteiros voltados para diferentes níveis de ciclistas, desde os iniciantes até os mais experientes podem participar.
As pedaladas podem ser realizadas em qualquer dia da semana, bastando o agendamento prévio*.
http://www.dallondercicloturismo.com.br/

COMO PARTICIPAR?
Basta escolher o roteiro ideal e o melhor dia para você. Depois é só entrar em contato através do telefone, do e-mail ou diretamente no hotel.
OS PASSEIOS OCORREM SOMENTE SOB AGENDAMENTO PRÉVIO.
Passeios guiados com:
– carro de apoio, lanche, translado ida e volta, seguro de vida, utilização de bicicletas tipo Mountain bikes – 26′ e 29′, bicicletas elétricas, paradas para visitações, degustações de vinhos, espumantes e produtos regionais… (fonte: folder DALL’ONDER Cicloturismo)

Opções de roteiros:
– CAMINHOS DE PEDRA PEDALADA CULTURAL;
– VALE DOS VINHEDOS PEDALADA ENOTURÍSTICA;
– RIO DAS ANTAS PEDALADA ECOLÓGICA;
– SALTO VENTOSO PEDALADA REFRESCANTE;
– ROTEIROS PERSONALIZADOS.
http://www.dallondercicloturismo.com.br/ e folder DALL’ONDER Cicloturismo

O que está incluso no passeio:
– bicicleta;
– capacete;
– veículo de apoio;
– seguro de vida;
– retorno ao hotel e translados;
– condutores capacitados segundo as normas da ABETA (Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura);
– parada para o lanche, que inclui frutas, suco, água, sanduíches e iogurte da Casa da Ovelha.
http://www.dallondercicloturismo.com.br/

ENDEREÇO
Rua Herny Hugo Dreher, 197 Cep: 95703-200 Bento Gonçalves – RS – Brasil
CONTATO (54) 3455.3598 WhatsApp: 54 99664.2285 cicloturismo@dallonder.com.br

Adriana Pedroso, designer de sapatos femininos de luxo.

Adriana Pedroso - Designer Masqué

“Unir ao sapato feminino, a arte, o conforto e o chique”

Adriana Pedroso, designer de sapatos femininos de luxo, inaugurou oficialmente sua grife em maio de 2010, com o objetivo de oferecer sapatos que aliam arte, conforto, qualidade e acima de tudo sofisticação. A marca é 100% brasileira, tem em seu público-alvo mulheres independentes e multifacetadas, que trabalham, cuidam da família e ainda arrumam um tempinho para sair com as amigas. Por isso, o conforto é o maior aliado da grife. A fundadora Adriana, é formada em Desenho Industrial pelo Centro Universitário Belas Artes, no entanto, sua paixão pelo universo fashion foi influência de sua mãe, personal stylist. Após a faculdade, a designer foi morar em Londres, onde descobriu o universo dos calçados. Mas foi em Barcelona que se especializou, começando uma longa jornada pelo mundo da moda dos pés, que resultou no sucesso da empresa. Durante suas viagens para o exterior, Adriana aproveita para aprimorar suas criações, sempre em busca de novas tendências, materiais sofisticados e técnicas inovadoras para montar os modelos exclusivos que formam a identidade da Masqué.

HANDMADE LEATHER SHOES

Com caráter atemporal e fabricação artesanal, a Masqué trata cada sapato como único. Isso porque os todos os modelos são feitos à mão, com exclusividade e elegância. A designer transforma suas criações em verdadeiros itens de desejo. Deste modo, as clientes Masqué se sentem elegantes e seguras e sempre estão prontas para todas as ocasiões.

Guria Beachwear – com lojas no Brasil e exterior – vale a pena dar uma boa olhada antes de comprar o seu maiô ou biquíni para este verão. Estou apaixonada pelas peças mara!!!

Em 2006 a empresária gaúcha Camila Ckless criou a marca Guria Beachwear, uma guria que resolveu transformar a paixão por moda praia em negócios. A marca já lançou diversas coleções de muito sucesso que desfilam pelas praias americanas e do Caribe onde a marca é revendida em lojas multi-marcas.

Primar pelo conforto das clientes, fazendo com que elas se sintam mais seguras, femininas e atraentes na praia é um compromisso da marca. O diferencial da Guria Beachwear é que as coleções sempre constam com cores e estampas que possam ser mescladas entre si e o mais importante, com diversas opções de tops e calcinhas que são vendidos separados para que cada cliente monte o biquíni perfeito para o seu biotipo. Assim, é possível unir uma parte de cima maior, já que os tamanhos vão até o 56, com parte de baixo menor, ou vice-versa. Temos também modelos de biquinis, maiôs e saídas de praia Plus Size que vestem até o tamanho GGG.

Fonte – do próprio site.

Evidência mais antiga de produção de vinho é encontrada.

Enófilos tomem nota: 5.980 a.C. foi um ano muito bom para vinhos.

Vinho é colocado em taça na França
03/04/2017 REUTERS/Regis Duvignau
Vinho é colocado em taça na França 03/04/2017 REUTERS/Regis Duvignau

Foto: Reuters

Cientistas anunciaram nesta segunda-feira a descoberta da evidência conhecida mais antiga de produção de vinho, detectando sinais de químicos indicativos de bebida alcoólica fermentada feita de uvas em fragmentos de jarros de cerâmica de quase 8 mil anos em dois locais a cerca de 50 quilômetros de Tbilisi, capital da Geórgia.

As descobertas indicam que esta importante conquista cultural ocorreu antes do que previamente conhecido na região do Cáucaso Sul, na fronteira do leste da Europa e oeste da Ásia. Até agora, a evidência mais antiga de produção de vinhos havia vindo de cerâmicas das Cordilheiras de Zagros, no Irã, datadas de entre 5.400 a.C. e 5000 a.C..

“O álcool tinha um papel importante em sociedades no passado, assim como tem hoje”, disse o arqueólogo Stephen Batiuk, da Universidade de Toronto, um dos pesquisadores do estudo publicado na revista acadêmica Proceedings of the National Academy of Sciences.

“O vinho é central para a civilização como conhecemos hoje no Ocidente”, acrescentou Batiuk. “Como um remédio, lubrificante social, substância que altera a mente e commodity altamente valiosa, o vinho se tornou o foco de cultos religiosos, farmacopeias, culinárias, economias e sociedade no antigo Oriente Próximo.”

David Lordkipanidze, diretor do Museu Nacional Georgiano que ajudou a comandar a pesquisa, disse que grandes jarros chamados qvevri, similares aos usados na antiguidade, ainda são usados atualmente para produção de vinho na Geórgia.

Os pesquisadores realizaram análises bioquímicas para encontrar componentes residuais de vinhos que as cerâmicas haviam absorvido. O arqueólogo biomolecular da Universidade da Pensilvânia Patrick McGovern encontrou evidências de ácido tartárico, um indício de preparação envolvendo a uva euro-asiática, assim como três ácidos orgânicos associados: málico, succínico e cítrico.

A cerâmica foi encontrada em dois vilarejos neolíticos, no passado lar de talvez 60 pessoas cada, consistindo de pequenas casas de tijolos de barro. Os moradores colhiam trigo, criavam ovelhas, cabras e bovinos e usavam simples ferramentas feitas de ossos e obsidiana.

Os jarros cinzentos, alguns decorados com simples imagens de cachos de uvas e um homem dançando, tinham cerca de 80 centímetros de altura e 40 centímetros de largura. Evidências de vinho foram encontradas em oito jarros, sendo o mais velho de 5980 a.C.

“O vinho era provavelmente feito de forma similar ao tradicional método qvevri de hoje em dia na Geórgia, no qual as uvas são esmagadas e a fruta, caules e sementes são fermentados juntos”, disse Batiuk.

Este não é o indício mais antigo de uma bebida alcoólica. Evidências foram encontradas na China de uma mistura alcoólica fermentada de arroz, mel e frutas, de cerca de 7.000 a.C.

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EMILIO PUCCI.

Foto de Laudomia Pucci.

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EMILIO PUCCI

Nascido em 1914 para uma das famílias mais ilustres de Florença, o marquês Emilio Pucci di Barsento incorporou naturalmente o jato de glamour da Itália pós-guerra. Multilingual, bem-viajado, educado americano, piloto da força aérea, esquiador olímpico e aristocrata – ele era um homem renascentista em todos os sentidos do termo. Recuperando-se na Suíça após a guerra, e com a economia italiana em ruínas, Pucci chegou ao fim ao ensinar italiano e dar aulas de esqui em Zermatt. Foi lá que, em 1947, uma roupa de esqui aerodinâmica que ele projetou, inicialmente para si mesmo e, em seguida, para seus entusiastas amigos de socialidade foi fotografada por um fotógrafo de moda e publicada no Harper’s Bazaar USA, dando origem a um fenômeno da moda que continua a reverberar até hoje.

Pucci foi impulsionado pelo desejo de libertar as mulheres, concedendo-lhes liberdade de movimento sem precedentes.

Configurando seu atelier no grande palácio da família Pucci no coração de Florença, Emilio começou a trabalhar em estreita colaboração com os fabricantes de tecidos experientes na Itália para fabricar tecidos revolucionários pioneiros e patenteados que evitavam as fabulações pesadas e rígidas em grande parte em circulação naquela época. Contrariamente ao seu design contemporâneo, Pucci foi impulsionado pelo desejo de libertar as mulheres, concedendo-lhes liberdade de movimento sem precedentes. Suas moletadas de seda e algodão eram precursores sem peso, sem revestimento e à prova de rugas para um armário moderno e amigável para viagens que cativava uma nova geração de mulheres modernas e ativas.

Sua primeira boutique foi La Canzone del Mare na ilha de Capri, até mesmo um destino turístico fascinante, onde desenvolveu roupas esportivas elegantes e elegantes: calças “Capri”, camisas de sarja de seda com corte masculino aberto sandálias com toboé e tops de listrada, tudo em cores refrescantes e vibrantes que provocaram a beleza natural da ilha.

Seus projetos apresentavam linhas sensuais e de fluxo livre que seguiam as curvas naturais do corpo – roupas sem esforço que levavam as mulheres do dia para a noite …

Ele começou a mostrar suas coleções para a imprensa internacional e os compradores em Florença, em 1951. Seus projetos apresentavam linhas sensuais e fluidas que seguiam as curvas naturais do corpo – roupas sem esforço que levavam as mulheres do dia para a noite e dos jatos ao coquetel à beira-mar festas, complementando perfeitamente o estilo de vida da multidão de alta rotação. As coleções tiveram o fascínio da alta costura, mas foram derramadas pela impraticabilidade e pelo custo da alta costura, anunciando o conceito inovador de designer pronto a usar, que teve um efeito em cascata em toda a indústria da moda.

Além disso, Emilio ofereceu uma visão de design holística que variava para interiores, lingerie, óculos, perfumes e muito mais, proporcionando um grupo expandido de consumidores com acesso aos produtos de grife pela primeira vez. Ele também emprestou seu talento de design a uma variedade de projetos não-moda, incluindo, entre outros, uniformes futuristas da companhia aérea, o logotipo para uma missão espacial e um carro de luxo.

Como colorista, ele era incomparável e inspirava-se principalmente nas paisagens naturais do Mediterrâneo, mas também nos locais exóticos para os quais ele viajava.

Foi durante os anos 50 que Pucci começou a desenvolver suas impressões de assinatura: desenhos gráficos e abstratos inspirados pelo mundo ao seu redor – mosaicos sicilianos, bandeiras heráldicas, Bali Batiks e motivos africanos. Foi a primeira vez que tais padrões geométricos pulsantes foram incorporados na roupa e o efeito foi muito original, tanto que a imprensa internacional da moda, ferida por sua abordagem negativa e radical, o coroou “O Príncipe das Impressões”. Cada impressão era como uma obra de arte nascida sobre uma tela de seda, emoldurada com uma borda decorativa e assinada em nome do artista – “Emilio”. Ele trouxe uma paleta de cores luscious e brilhante para o seu ofício. Como colorista, ele era incomparável e inspirava-se principalmente nas paisagens naturais do Mediterrâneo, mas também nos locais exóticos para os quais ele viajava. O resultado foi uma sofisticada fusão de cor que se tornou a marca do design Pucci. Instantaneamente reconhecíveis, as combinações gloriosas e alegres de Pucci exalam energia e emoção e permitem que os projetos das roupas se mantenham relativamente simples.

Na década de 1980, a filha de Emilio, Laudomia Pucci, tornou-se cada vez mais envolvida no negócio de seu pai, finalmente assumindo as rédeas após sua passagem em 1992. Em abril de 2000, formou-se uma aliança entre a família Pucci e a LVMH, com o grupo de luxo francês adquirindo 67 % da empresa e da família mantendo um interesse adquirido. Com o apoio e a experiência financeira do Grupo, a marca aumentou no cenário da moda internacional e, em um tempo relativamente curto, construiu uma rede global que agora inclui mais de 50 boutiques em capitais de moda globais e uma pegada nos mais importantes varejistas de luxo do mundo.

… A marca subiu no cenário da moda internacional e em um tempo relativamente curto construiu uma rede global que agora inclui mais de 50 boutiques …

A visão pioneira do fundador Emilio continua hoje através das coleções de pronto-a-vestir e acessórios, bem como através de projetos especiais. A linha de produtos Emilio Pucci inclui vestuário, bolsas, artigos de couro pequenos, calçados, óculos, roupas de praia e acessórios de seda. Nos últimos anos, tem visto o nascimento de iniciativas de co-branding com Guerlain e Veuve Clicquot, licenças com Rossignol, Wolford, Parfums Luxe e Bisazza e criações artísticas de alto impacto, como um gennaker pintado à mão de 300 pés para iates Wally e o envolvimento do Baptistery de Florença com uma cópia de arquivo de tamanho gigante criada em sua homenagem.

Uma influência importante na moda contemporânea, o legado de Emilio Pucci continua a ser uma força seminal por trás do nascimento do estilo “made in Italy” e um marco no conceito de moda esportiva de luxo da Itália.

A roupa de esqui aerodinâmica projetada em 1947 que chamou a atenção da imprensa de moda americana.

Os projetos de Pucci apresentavam linhas sensuais e fluidas que seguiam as curvas naturais do corpo.

Emilio instalou seu atelier no grande palácio da família Pucci, no coração de Florença.

Emilio Pucci Resort 2017.

A marca Emilio Pucci é famosa por impressões de assinatura, combinações de cores alegres e modas de luxo “feitas na Itália”.

Twenty Four Seven – uso e amo!

Temos como missão transmitir confiança e comprometimento trazendo a cada coleção escolhas conscientes e traduzindo através de roupas e acessórios o que as mulheres Twenty Four Seven desejam e necessitam. A Twenty Four Seven é uma marca que segue um viés clássico nas cores, na qualidade da matéria-prima e nos acabamentos e tem acento trendy nas formas, nas estampas e na edição de looks. Feita para todas as mulheres “nonstop” que existem dentro de cada uma. Essa mulher não tem idade, tem atitude sofisticada e simplicidade nas ações. Ela sabe ser chique e simples ao mesmo tempo, e o nosso objetivo como marca é fazer com que a Twenty Four Seven inspire todas as mulheres e as ensine a ter um lifestyle “simple n´chic”, como a assinatura da marca.

Sobre Raphael Sahyoun

Para quem o conhece, dispensamos apresentações. Para quem teve ou tem oportunidade de trabalhar ao seu lado, uma única certeza: a paixão pela moda. A vida para ele só vale a pena quando ele se conecta, cria e compartilha com o mundo o seu melhor. Não é o dinheiro que o move, o que o trouxe de volta é o sentimento mais elevado de fidelidade e comprometimento em busca de suas verdades.

Ele encontra na estética e no belo, o real significado para a sua vida. Traz o seu melhor em tudo o que faz, tem criatividade efervescente e, como faz o que acredita, apresenta sempre as melhores soluções, os melhores resultados. Temos a oportunidade (e sorte!) de aprender todos os dias com ele. Para ele, só faz sentido se as pessoas estiverem trabalhando felizes ao seu redor. E nós trabalhamos muito felizes. Ao lado dele, fazemos o que acreditamos, há espaço para nos movimentar, para nos expressar, para edificar nossas ideias, para crescer. Para ele não existe não. Para ele sempre falamos sim. Ele sempre nos mostra um novo olhar , uma nova maneira de fazer. E fazemos o que nós acreditamos movidas também pelo sentimento mais elevado que existe, que é o amor.

Todas as estações tem seus encantos, mas o verão possui algo especial: as festas de final de ano, as tão sonhadas férias, tudo fica mais colorido, mais divertido, o sol está mais próximo da Terra, os dias são mais longos, a pele fica mais bronzeada, acontecem as grandes paixões, as mais loucas aventuras.

A Twenty Four Seven foi buscar inspiração para a coleção de verão 2018 na Bahia, nas areias da praia de Itacaré, no Txai Resorts, que foi palco de tudo e nos embalou de sol a sol  com seu conceito simple n’ chic, que é o que nos move a cada estação. Estampas florais gigantes e miúdas, cashmere revisitado, geométricos com formas encontradas nas areias da praia e a de lenço com inspiração indígena se misturam as listras e bolinhas bicolores e criam um mood mix and match, onde tudo é permitido. Cores mais ácidas, lima, melancia, papaya e carbono se juntam ao branco, off white, nude e ao chocolate. Nas formas também não há lei, super pantalonas, comprimentos curtos, mídis ou longos, cintura no lugar permitindo partes de cima cropped, babados e laços realçando a constante feminilidade presente nessa coleção. Tecidos de fibras naturais como seda, linho, tencel e viscose se somam a macramês, rendas, bordados manuais rústicos e de pedrarias. Tricots com fios de lurex, tie dye e de algodão fazem de vestidos, saias e blusas opções para serem misturados com outras peças e seguem  como ponto forte da marca, assim como a alfaiataria clássica, jeanswear descolado e a itens de estilo comfy em malha e tecido plano. Um bloco de peças brancas , prata e dourado com texturas e volumes diferenciados anunciam o Ano Novo e nos levam para qualquer festa do planeta. Acessórios coloridos nas bolsas de plush e de palha, cintos, sandálias e rasteiras de couro se misturam a colares e pulseiras de metal ouro envelhecido, penas, cordas, miçangas, acrílico e pedrarias , criando volumes felizes na finalização dos looks. “Que o sol banhe nosso corpo, o mar lave nossa alma e os ritmos da estação aqueçam nossos corações”.

Sandra de Souza Silva | Diretora Criativa

 

Max Mara – 60 anos de história.

Poucas marcas podem se gabar de chegar aos 60 anos sem ter sofrido grandes alterações genéticas no estilo e na estrutura administrativa para se manter no topo. A italiana Max Mara, que completa seis décadas de moda investindo em peças atemporais, com alto padrão de qualidade e design prático, é uma delas. Para celebrar o aniversário, a grife, comandada pela família Maramotti, preparou uma série de eventos ao redor do mundo, como a exposição Coats! Max Mara 60 Years of Italian Fashion, em Moscou, Rússia. A mostra, que fica em cartaz até este mês, reúne dezenas de casacos, o símbolo-mor da etiqueta. Entre eles, o mais famoso da label: o 101801. Lançado em 1981, o modelo de comprimento 7/8 e cor camelo, tem lugar garantido em quase todas as coleções de inverno e conquistou celebridades como Cate Blanchett, Isabella Rossellini e Glenn Close. A história da Max Mara, entretanto, começou 30 anos antes dessa criação.

Nascido em 1927, na província de Reggio Emilia, Itália, Achille Maramotti, fundador da grife, chegou a se formar em direito, mas sua ligação com o universo fashion falou mais alto. Afinal, a moda já estava impressa em seu DNA. Sua bisavó, Marina Rinaldi, comandou um ateliê no fim do século 19, na terra natal da família.

Maramotti começou a carreira fazendo peças sob medida no fim da década de 1940. Alguns anos depois, percebeu que havia um grande potencial para a moda de pronta entrega e decidiu investir no prêt-à-porter. Foi quando fundou a Max Mara, em 1951. O nome surgiu da junção do seu apelido, Mara, com o nome de um famoso conde local, Max, que, segundo a lenda, andava sempre muito bem vestido, apesar de dificilmente estar sóbrio. A primeira coleção em larga escala foi marcada por um casaco camelo, uma espécie de presságio do que ainda estava por vir, e um terno vermelho.

Mesmo com o empreendimento indo bem, Maramotti nem pensava em sossegar. Investiu em linhas novas, como a Sportmax, que, assim como a marca mãe, integra o line-up da semana de moda de Milão. Também se uniu a grandes talentos do universo fashion para agregar ainda mais valor à etiqueta. Karl Lagerfeld, Dolce & Gabbana, Jean-Charles de Castelbajac e Narciso Rodriguez foram alguns dos nomes importantes que colaboraram com ela.

Mais de 50 anos após criar a grife, Achille Maramotti saiu de cena – ele morreu em 2005. Seus filhos Luigi, Ignazio e Ludovica assumiram o business, mantendo o negócio como uma empresa estritamente familiar e contrariando a atual ordem mundial dos grandes conglomerados. Apesar da injeção de sangue novo, o estilo permaneceu o mesmo. A responsável pelo feito é Laura Lusuardi, a atual diretora criativa do grupo, que já bate cartão na marca há algumas décadas e conhece profundamente seu DNA.

“O sucesso se deve principalmente à qualidade dos produtos. A equipe também é muito detalhista. Um casaco da Max Mara é para a vida inteira. É uma peça atemporal e muito elegante”, comenta Angélika Winkler, que trouxe a marca para o Brasil nos anos 1990 por meio da multimarcas K&C, muito antes da invasão de labels estrangeiras.


“Depois, a grife quis abrir pontos de venda próprios em São Paulo e me convidou para dirigir o negócio”, lembra. A primeira loja foi inaugurada em 1998, na rua Haddock Lobo. A segunda abriu as portas em 2001, no Shopping Iguatemi. Ainda existe um terceiro espaço em Curitiba. Há mais de 15 anos respirando diariamente o universo da marca, Angélika se sente à vontade para falar sobre ela. “A linha principal é mais clássica, de fato. Mas temos outras mais fashion, em sintonia com as tendências do momento”, diz a empresária.

A Max Mara, que hoje tem entre suas fãs a it-girl Katie Holmes (vira e mexe, ela é flagrada com algum item, inclusive a bolsa Margaux, um must-have), possui números de um verdadeiro império. Está presente em mais de 2 mil endereços, espalhados em 105 países, e conta com uma variedade imensa de produtos, divididos em diferentes linhas, entre elas Elegante, ‘S, Weekend, Studio e Accessori. E, apesar de todo o avanço, ainda é fiel a algumas tradições. A fábrica do grupo permanece em Reggio Emilia, onde tudo começou. “Porém parece que é do século 22 de tão moderna”, finaliza Angélika, indicando que tradição e modernidade andam lado a lado.

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