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Os jardins de Roberto Burle Marx…

Fiquei para trás porque recomendam que se use tênis, meias grossas, muito repelente, chapéu para não ser mordido na cabeça, roupas com mangas compridas e de tecido grosso, enfim, proteja-se!  É lindo, mas é  perigoso andar por lá devido aos mosquitos, aranhas e o piso muito escorregadio, coberto de limo… mas valeu a pena! Fui mordida através da calça jeans e fiquei inchada e ardida por dois dias.  Não apareci em nenhuma foto, só o Evandro porque ia na frente, já que não se pode andar ao lado de outra pessoa…nem do marido que teimou e foi de mangas curtas e quando chegou no hotel viu o estrago…todo mordido e ardendo as picadas.

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ANGEL por Thierry Mugler 1992.

É o meu perfume preferido!

Uso-o diariamente, desde quando foi colocado à venda, porque fixa muito bem em mim. Trabalho no oitavo andar de um prédio. Quando chego, os funcionários já vão dizendo: Doutora, sabíamos que a senhora estava chegando, seu perfume é sentido aqui em cima quando a senhora está entrando no elevador, no térreo! Tal é a maravilha do perfume!!! Amo de paixão e não troco por nenhum outro. Quando ganho de presente outro perfume, guardo. Depois dou de presente, com o maior carinho, para minhas amigas.

AngelPaixão que não tem fim!

Thierry Mugler é um homem de múltiplos talentos. O estilista internacional, fotógrafo e bailarino iniciou sua marca de roupas femininas em 1974 e quatro anos depois a masculina. Thierry Mugler é conhecido por suas formas únicas, exageradas e fortes, além de suas referências futuristas. Com ele, excentricidade e luxo caminham lado a lado. O que pode ser visto na sua coleção de perfumes, como por exemplo, Angel, adorado por muitas celebridades.

Aérea e transparente, a primeira faceta evoca o céu, enquanto que a segunda é frutal (maracujá, abacaxi e pêssego). Saborosa e cativante, a última faceta constrói-se em torno do patchouli com uma nota de chocolate para se completar com mel, baunilha e caramelo.

História

Um perfume audacioso e criativo, Angel revolucionou a perfumaria explorando novos territórios olfativos. Com lembranças da infância e risadas joviais, a fragrância de Angel é oriental e saborosa (aromas de algodão doce, chocolate, pralinês…). Lançado em 1992, o perfume fetiche de Thierry Mugler é hoje um best seller internacional.

Variedade

Colônia, Estrelas reutilizáveis: de 25, 50, 75 e 100 ml (formatos variam conforme o tamanho); Colônia, Estrelas não-reutilizáveis: de 25 e 50 ml; Frasco original de 50 e 100 ml; Base. Produto para o corpo: Véu celestial, Creme celestial, Arrepio celestial, Espuma auxiliar, Óleo universal, Banho celestial, Banhos mágicos, Esfoliantes com granulados celestiais, Desodorante celestial, Espuma celestial para os cabelos, Carinho de anjo, Creme saboroso para as mãos, Shampoo celestial.

Chapéus…e sua origem.

A palavra chapéu deriva de uma palavra do latim antigo, “cappa”, que significa “peça usada para cobrir a cabeça”.

Os registos mais antigos sobre a existência e uso regular de proteções para a cabeça, datam do ano de 4.000 a.C. e referem-se ao Antigo Egito, à Grécia e à  Babilônia. Nessa época era normal usarem-se faixas de tecido na cabeça para prender e proteger os cabelos. A “fita” ou “bandana”, que por vezes ainda se vê nos chapéus atuais,  nada mais é que uma reminiscência dessas faixas ancestrais.

Foi com a nobreza e a sua necessidade de mostrar o seu status social que mais tarde surgiram os turbantes, as tiaras e as coroas, que também eram usadas, por vezes, pelos sacerdotes e pelos guerreiros, embora com significados sociais distintos.

No entanto, a primeira proteção de cabeça digna de poder ser considerada um chapéu, nasceu por volta do ano 2000 a.C. e foi inventado pelos gregos. Conhecido pelo nome de “Pétaso”, este primeiro chapéu tinha uma copa baixa e umas abas largas, sendo usado pelos gregos como proteção nas suas frequentes viagens. A sua grande versatilidade de poder ser ajustado e retirado facilmente fizeram com que o Pétaso perdurasse na Europa durante toda a Idade Média.

Também na Idade Média, as instituições religiosas não permitiam que nenhuma mulher mostrasse os seus cabelos em público. Por isso, eram utilizados os mais diversos sistemas para andarem sempre sem nenhuma ponta de cabelo à vista.  A forma mais usual e simples, era a utilização de um pano de linho que caía sobre os ombros e abaixo deles. Curiosamente, os atuais véus de noiva e as mantilhas espanholas são o que sobreviveu da moda dessa época.

Nas primeiras décadas do século XX, os chapéus masculinos mudaram muito pouco em relação aos chapéus femininos, que conheceram uma diversidade de tipos, variações e gêneros ao ponto de mudarem consoante as quatro estações do ano.

Foi só após 1.930 que os chapéus passaram a ser vistos apenas como um acessório de vestuário.

Hoje em dia o chapéu caiu em desuso e apenas é usado em algumas culturas e por determinadas classes sociais em eventos específicos.

 

Visitamos e fizemos degustação.

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A Maison Moët & Chandon é uma produtora de vinhos espumantes do tipo champagne, fundada em 1743. A vinícola pertence hoje em dia ao grupo LVMH, o maior produtor de artigos de luxo do mundo

A Maison Moët & Chandon é uma das maiores produtoras de champagne do mundo. A “Casa” possui hoje cerca de 1.500 acres (6 km²) de vinhedos e anualmente produz dois milhões de caixas de champagne. Em 1962 ela foi a primeira produtora listada na Bolsa de Valores da França.

História

A companhia está sediada na cidade de Épernay, França. Em 1743, Claude Moët começou a entregar os vinhos da região de Champagne em Paris. O reinado de Luis XV coincidiu com um grande aumento da demanda de vinhos efervescentes. Moët expandiu rapidamente e, pelo final do século XVIII, já estava exportando a bebida para toda a Europa e Estados Unidos. Seu neto, Jean-Rémy Moët, levou a “Casa” para uma clientela de elite como Thomas Jefferson e Napoleão Bonaparte. O nome Chandon foi adicionado à companhia quando Jean-Rémy Moët deu a metade da companhia a seu genro Pierre-Gabriel Chandon de Briailles em 1832, e a outra metade a seu filho, Victor Moët.

Depois da introdução do conceito de um champanhe de vintage em 1840, Moët introduziu no mercado seu primeiro vintage em 1842. Seu tipo Imperial Brut foi introduzido nos anos 1860. Sua etiqueta mais conhecida, os Dom Perignon, é em homenagem ao monge beneditino conhecido como o “pai do “Champagne”.

A Maison Moët & Chandon fundiu-se com o Hennessy, de Cognac, em 1971 e com a Louis Vuitton em 1987 para transformar-se LVMH (Louis-Vuitton-Moët-Hennessy), o maior grupo de artigos de luxo do mundo, com vendas da ordem de 16 bilhões de euros em 2004. A Moët & Chandon é a fornecedora oficial de champanhe à rainha Elizabeth II.

Em 2006, a companhia produziu uma edição limitada de Moët & Chandon Brut Impérial em que a garrafa foi decorada com cristais Swarovski.