Arquivo | novembro 2017

Massa light à carbonara

Ingredientes
Para a massa:500 g de macarrão de farinha de trigo integral
l200 g de tirinhas de presunto sem gordura
1 cebola grande
sal, pimenta
Para o béchamel :
2 cs de Maizena
1/2 litro de leite desnatado
1 pitada de noz moscada
Preparação:
Em uma panela, cozinhe o macarrão.
Descasque as cebolas e corte-as em fatias finas. Reserve.
*-Prepare o béchamel :
Misture o leite desnatado com 2 cs. de Maizena.
Deixe cozinhar alguns minutos em fogo baixo, mexendo até engrossar.
Adicione o sal, a pimenta e a pitada de noz moscada.
Em seguida, junte ao béchamel o macarrão, as cebolas e o presunto.
Sirva quente.

 Carnaval de Oruro, Bolívia.

(Obra-prima do Património Oral e Imaterial da Humanidade)

O ponto alto deste Carnaval é a entrada, altura em que dezenas de milhares de dançarinos e de músicos encetam uma procissão que dura 20 horas – das 7 da manhã até à madrugada seguinte.
A dança que ninguém esquece é a diablada, protagonizada por diabos que invocam a satânica divindade do subsolo, Supay. A partir do momento em que se elegeu a Virgen del Socavón como Santa Padroeira das minas e deste Carnaval, os mineiros, temendo a inveja de Supay, acharam por bem prestar-lhe homenagem em todos os festivais.
Durante o festival, a audiência vai-se abastecendo com a forte cerveja boliviana e com a chicha, potente bebida feita de cereais fermentados.

A origem do Carnaval em Veneza.

 A origem do Carnaval de Veneza e suas Máscaras
A origem do Carnaval de Veneza remonta ao governo do doge Vitale Faleir (1084 – 1096), que o instituiu oficialmente através de um decreto datado de 1094. A palavra tem origem na expressão latina carnis laxatio, cujo significado é “abandono da carne”. Originalmente, o vocábulo teria sido associado a um comportamento casto dos penitentes no início da Quaresma, como uma espécie de purificação antes dos ritos Pascais.
Em 1296, a terça-feira anterior à Quaresma foi declarada feriado pelo Senado, oficializando assim a criação da festa popular que na altura já era chamada de Carnaval.
Nos anos seguintes, a festa cresceu de tal modo que durava meses: o carnaval começava nos primeiros dias de outubro ( início da temporada teatral), era suspenso durante o Advento ( tempo litúrgico que, na Igreja Católica, corresponde às quatro semanas anteriores ao Natal), recomeçava em 26 de dezembro, para terminar na terça-feira anterior à Quaresma.
Para celebrar o carnaval em plena liberdade, os venezianos usavam túnicas e vestes que os protegiam dos olhares curiosos e lhes permitiam cometer todo o tipo de excessos. A máscara protegia os rostos e eliminava a diferença entre sexos e classes sociais. A festa era completada pela presença de saltimbancos, músicos, atores, operadores de marionetas, comediantes, amestradores de animais, que se misturavam pela cidade, além da profusão de peças teatrais e grandes banquetes.
Uma das atrações mais famosas do carnaval veneziano é o chamado “ Vôo da Colombina”, que era, na verdade, um escravo a descer por uma corda presa ao campanário da igreja de São Marcos até o centro da praça. Posteriormente, o escravo foi substituído por um acrobata e, finalmente, por uma pomba (em italiano, colomba) de madeira , que atirava flores sobre os animados pedestres.

As Máscaras do Carnaval de Veneza

Os personagens que fazem grande sucesso no carnaval veneziano são aqueles que tem a sua origem no teatro, com a Commedia dell’arte. Chamado ainda de all’improviso (de improviso) ou a soggetto (de repente), este género nasceu na Itália no final do século XVI e espalhou-se pela Europa, principalmente na França, durante os dois séculos seguintes

PANTALONE
É a máscara veneziana mais conhecida. A sua origem está na Commedia dell’arte. Discute-se, ainda hoje sobre a origem etimológica deste nome: Pantalone teria sido um homem muito rico e, apesar da sua idade avançada, era famoso pelas suas aventuras sexuais. O personagem representa, na Commedia dell’arte, o conservadorismo hipócrita da sociedade.
 
BRIGHELA
É o servo da commedia dell’arte. Astuto e engenhoso, é a figura que pode ser leal ou trair os patrões. É o responsável pela música e pela dança; seu objeto de cena é o violão.
 
ARLECHINO
A máscara mais popular. O seu temperamento é diferente daquele que encontramos em Brighela: enquanto este é astuto, o Arlequim, como dizemos na língua portuguesa, é pouco inteligente e muito trapalhão. O seu modo de caminhar assemelha-se à dança e o seu sotaque é próprio dos dialetos menos prestigiados.
 
COLOMBINA
É a maliciosa criada da commedia dell’arte. Personagem cómica que não é nenhum exemplo de virtude e eterna amante de Arlequim. A sua vestimenta é simples e, às vezes, traz o colorido da veste d0 seu namorado. Expressa-se através do dialeto toscano (Fiorentino), sem desdenhar os outros dialetos.
IL DOTTORE
Doutor apenas no título, este personagem pode se fazer passar por médico, advogado ou qualquer outra profissão de prestígio, de acordo com a farsa que queira executar. Presunçoso, soberbo, exibe citações latinas decoradas. Quando chamado por aqueles que crêem nas suas palavras para realizar alguma tarefa séria, desvia-se com o seu latim misturado com dialetos locais. O seu figurino é a roupa negra dos advogados misturada com o barrete dos médicos da época.
PULCINELLA
É, como Arlequim, um servo tosco, mas que pode mostrar-se astuto ou covarde. A sua inspiração é Nápoles, enquanto os outros são inspirados na sobriedade de Bolonha. O seu espírito napolitano traz-lhe vivacidade.
 
CAPITANO
A sua inspiração são os soldados mercenários que infestaram a Itália no passado e há registos de que possa ser uma sátira contra o governo espanhol que dominou a Itália. Raramente, usa a máscara presa ao rosto.

Fonte:Pinto Lopes Viagens

12 Princípios educativos da família real britânica que todos podemos aprender.

Dizem que filhos de reis dormem em lençóis de seda, comem em pratos de ouro e levam uma vida de puro ócio e diversão. Será?

Decidimos pesquisar um pouco como é a educação dos herdeiros da coroa mais famosa do mundo, a britânica. A vida de George e Charlotte, filhos dos Duques de Cambridge, o príncipe William e Kate Middleton, não é exatamente esse mundo de fantasia. Confira alguns detalhes e perceba a maneira sóbria com que as crianças são educadas.

12. Ser da família real não é motivo para ter uma vida de puro ócio

A família dos Duques de Cambridge tem apenas uma babá. A responsabilidade de dar comida, banho e passear é dos pais. O pai, o Príncipe William, trabalha como piloto de helicóptero de serviços médicos de emergências.

11. Respeitar o trabalho dos demais

Os bisnetos da Rainha Elizabeth desde pequenos entendem que o trabalho de qualquer pessoa é valioso e deve ser respeitado, seja na cozinha, seja arrumando o quarto. É por isso que George e Charlotte sabem que não podem desperdiçar comida e sempre arrumam qualquer bagunça que fizerem.

10. A família é o mais importante na vida

Aos 4 anos de idade, George cuidava da sua irmã mais nova, afirma a mãe Kate. Pouco a pouco, eles se tornaram grandes amigos. Desde pequenos eles aprendem sobre a história da família e costumam frequentar a tumba da avó, a Princesa Diana. William sempre passeia com os filhos. George gosta de perguntar tudo sobre o mundo ao pai e Charlotte gosta de cozinhar com a mãe.

9. Todos têm o direito de expressar seus pensamentos e sentimentos

Contrariando o que a tradição impõe, os pais Kate e William incentivam o desenvolvimento da inteligência emocional nos filhos. “Vemos como eles se relacionam com os colegas na escola, e sabemos que, hoje, vivemos em um mundo diferente. No mundo atual não existe mais aquele medo de falar abertamente sobre o que nos preocupa”, afirma William.

8. Formação Educativa

A leitura é o passatempo favorito de George e de Charlotte. A mãe das crianças sempre as leva a museus e exposições, e o museu favorito de George é o Museu de História Natural de Londres. “As crianças adoram vir aqui, e não apenas pelos dinossauros”, afirma Kate.

7. Amor pelo esporte

Os Duques de Cambridge são famosos pelo amor ao esporte: Kate adora jogar hockey sobre grama e William é fanático por futebol, basquete e polo. O príncipe George e a princesa Charlotte ainda não mostram muita paixão por nenhum esporte, mas os pais não deixam de incentivá-los.

6. Protocolos e normas sociais, independentemente da idade, em lugares públicos

As crianças sabem perfeitamente bem o que podem e o que não podem fazer em público. Se se comportam de maneira errada, são castigados imediatamente. O príncipe George tentou muitas vezes quebrar essas normas em parques e foi mandado para casa no mesmo momento.

5. Em casa, podem relaxar

“Eles ainda não quebraram nada mas sempre tentam. George corre, empurra as coisas e pula pela casa toda. Espero que isso diminua com o tempo, por favor”, confessa William.

4. Castigos físicos estão proibidos

Por pior que as crianças se comportem, os pais nunca apelam para castigos físicos. Quando George faz birra, a mãe Kate sempre encontra uma maneira de conversar e chamar a atenção do garoto. Muitas vezes, ela mesma se joga no chão e começa a gritar, fazendo com que os filhos fiquem assustados e se acalmem.

O príncipe George e a princesa Charlotte passam muito tempo fora de casa, correndo e andando de bicicleta. Eles estão proibidos de usar aparelhos eletrônicos. Kate e William acreditam que esse tipo de brinquedo não é necessário por enquanto, e preferem deixá-los para quando as crianças forem um pouco mais velhas.

2. ’Sim’ aos desenhos animados

Ver televisão em família está permitido, mas apenas em horários estabelecidos. Charlotte adora a ’Peppa Pig’ e George adora ’Sam, o Bombeiro’.

1. Consumo razoável

Kate e William não são consumistas. Eles costumam recusar artigos da moda e muitas vezes vemos George e Charlotte com roupas que os pais usaram quando eram crianças, ou com a roupa do tio Harry. Se precisam comprar algo novo, Kate prefere optar por roupas que a maioria das pessoas também compra, e não marcas de luxo.