Rotary Club Erechim

…enxerga lágrimas e produz sorrisos.
A solidariedade é um ato de fé. É o respeito pela dignidade humana. Ela enxerga lágrimas e produz sorrisos.
Precisamos aceitá-la como ferramenta para movimentar nossas ênfases, e admitir que ela é um bem para o mundo, principalmente quando praticada com quem nem conhecemos.
A palavra solidariedade tem suas raízes no termo sólido – “O direito romano, empregava o conceito obligatio in solidum para significar o dever para com o todo, a responsabilidade geral, a culpa coletiva ou a obrigação solidária.”
É importante compreendermos que ela é maior que os interesses particulares. Ela não se
submete ao contrário, define um propósito de transformação que começa pela relação entre pessoas; estabelece métodos e meios para um vínculo solidário, capaz de construir uma realidade social, evitando que a sociedade deixe de lado os fundamentos voltados para asquestões sociais.
Não podemos continuar insistindo em equívocos, mas fazer a opção pela ação solidária,
visto que ela cria vantagens indiscutíveis; une todos num só pensamento e, como resultado, vamos encontrar respostas para tudo. “…duas estradas divergiam num bosque, e eu escolhia menos percorrida. E isso fez toda a diferença.”
Não podemos aguardar passivamente que as coisas aconteçam – esmorecer em nossa fé.
Livres de amarras, com um novo raciocínio e conhecimento das causas das disfunções sociais, precisamos então de ousadia e inspiração para eliminar os obstáculos e retomar valores para sair da contramão. Para isso é importante acreditar que as mudanças são possíveis; que é fundamental manter um dialogo com a comunidade para definir ações e, através de um trabalho compartilhado, desenvolver estratégias para o cumprimento de metas; para interagir de forma sustentável, em prol das pessoas em situação de risco.
Nossa visão, o amadurecimento, e conscientes do poder da solidariedade, nos habilita a convidar a sociedade para construir um modelo de vida mais justo, visando levar alento
e inclusão para o universo de carentes e marginalizados – Uma proposta transformadora que cria condições para se organizarem e se tornarem sujeitos da construção de suas próprias vidas – “O bem, bem feito, não faz barulho. Ele transforma,
edifica e cresce.”
Uma nova rotina deve ter o propósito de capacitar para eles definirem saídas para os desafios que enfrentam, com poder para também, solidáriamente, cumprirem com as decisões. Só assim será possível tornarem-se pessoas capazes de construírem e conduzirem seus próprios destinos – Eles também devem sentirem-se protagonistas de ações eficazes, efetivas e afetivas. – “A maneira de ajudar os outros é provar-lhes que eles são capazes de pensar.”
EGD-Ademir Eugenio Novello

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