Arquivo | outubro 2015

Teresa de Lisieux

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A história do vidro.


O vidro é uma das descobertas mais surpreendentes do homem e sua história é cheia de mistérios. Embora os historiadores não disponham de dados precisos sobre sua origem, foram descobertos objetos de vidro nas necrópoles egípcias, por isso, imagina-se que o vidro já era conhecido há pelo menos 4.000 anos antes da Era Cristã.
Alguns autores apontam os navegadores fenícios como os precursores da indústria do vidro. A origem teria sido casual: ao preparar uma fogueira numa praia nas costas da Síria para aquecer suas refeições, improvisaram fogões usando blocos de salitre e soda.Passado algum tempo, notaram que do fogo escorria uma substância brilhante que se solidificava imediatamente. Estaria então descoberto o vidro que, com sua beleza, funcionalidade e múltiplas aplicações, passaria definitivamente a fazer parte do cotidiano de todos nós.

Desenvolvimento

Durante o Império Romano, houve um grande desenvolvimento dessa atividade, com apogeu do século XIII, em Veneza. Após incêndios provocados pelos fornos de vidro da época, a indústria de vidros foi transferida para Murano, ilha próxima de Veneza.

As vidrarias de Murano produziam vidros em diversas cores, um marco da história do vidro, e a fama de seus cristais e espelhos perduram até hoje.

A França já fabricava o vidro desde a época dos romanos. Porém, só no final do século XVIII foi que a indústria prosperou e alcançou um grau de perfeição notável. Em meados desse século, o rei francês Luís XIV reuniu alguns mestres vidreiros e montou a Companhia de Saint-Gobain, uma das mais antigas empresas do mundo, hoje, uma companhia privada.

A indústria moderna do vidro surgiu com a revolução industrial e a mecanização dos processos. Nos anos 50, na Inglaterra, a Pilkington inventou o processo para produção do vidro Float, conhecido também como cristal, que revolucionou a tecnologia dessa próspera indústria.

No Brasil

A primeira indústria vidreira a se instalar no Brasil foi a Vidraria São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro, no século XIX.

É uma substância inorgânica, homogênea, amorfa, obtida através do resfriamento de uma massa em fusão. Suas principais características são transparência e dureza.

Não é poroso nem absorvente, ótimo isolador, possui baixo índice de dilatação térmica, suporta pressões de 5.800 a 10.800 Kg por cm².

A matéria prima consiste principalmente de areia, carbonato de sódio, dolomita e outros materiais que se misturam com “sucata” de vidro reciclado em quantidades pré-estabelecidas. Essa “mistura” é fundida em um forno a temperaturas que alcançam aproximadamente 1.600 °C, passando depois pelo banho de estanho em estado líquido, onde literalmente “flutua” pela diferença de densidade da massa de vidro e do estanho.

Com equipamentos especiais (atenuadores) forma-se ali uma cinta de vidro com a espessura desejada, além da excelente qualidade óptica, que caracteriza o vidro “float”.

 

Os vidros temperados são fabricados a partir do vidro comum por isso possuem todas as suas características: Porém, o processo térmico melhora em muito as propriedades do produto. Conferindo ao vidro temperado uma resistência muito maior que a do vidro comum. A finalidade da têmpera é estabelecer tensões elevadas de compressão nas zonas superficiais do vidro, e correspondentes altas tensões no centro do mesmo.

Como ocorre o processo de têmpera?

Depois de cortado na forma e tamanhos desejados bem como efetuados cortes e furações eventualmente necessárias. Feitas essas operações o vidro é submetido ao controle de qualidade e posteriormente enviado ao processo de têmpera.
Para o processo de têmpera o vidro é inicialmente aquecido a uma temperatura aproximada de 600º C até atingir o ponto ideal. Neste ponto o vidro sofre um brusco resfriamento por um jato de ar, o que irá criar o estado de tensão no vidro.

As principais características do vidro Temperado

O vidro temperado tem alta resistência a choques térmicos, mecânicos e flexão e torção cinco vezes superiores as do vidro comum de mesma espessura.
O vidro temperado é considerado um vidro de segurança porque após o processo de têmpera sua resistência mecânica aumenta cerca de quatro a cinco vezes ,e, quando fraturado, fragmenta-se em pedaços de pequenas dimensões, com arestas menos cortantes que as do vidro comum, evitando assim, algum acidente mas grave. Entretanto, depois de temperado, não permite novos processos de cortes, furos ou recortes. Devemos tomar uma precaução no manuseio do vidro, pois, se por descuido acontecer algum acidente de impacto do vidro com algum material sólido ele poderá perder parte de sua resistência.

THE MACALLAN.

Considerado o verdadeiro “Rolls-Royce” dos uísques, o THE MACALLAN é um dos mais premiados single maltes do mundo. O prestigioso uísque com quase 200 anos de tradição é um dos mais desejados pelos exigentes e sofisticados apreciadores do malte sagrado, que adquirem edições comemorativas em prestigiados leilões que chegam a custar milhares de dólares.

A história
A história começou em 1824, quando o fazendeiro escocês Alexander Reid se tornou um dos primeiros a conseguir uma licença oficial para produzir uísque em 8 acres de terra no noroeste do país. O nome escolhido, THE MACALLAN, derivava de dois termos gaélicos: “magh”, que significa um pedaço de terra muito fértil; e “ellan”, que significa de St. Fillan, um monge irlandês que viajou através da Escócia espalhando o cristianismo durante o século XVIII. Segunda a empresa, a primeira garrafa de uísque THE MACALLAN data de 1841. Mais de uma década depois, em 1852, James Davidson se tornou dono da destilaria. Nos próximos cem anos a destilaria iria trabalhar para atingir a perfeição, fazendo com que o THE MACALLAN adquirisse uma reputação inquestionável como um produto de excelência, fundamentada em um compromisso de paciência, cuidados artesanais e tradição secular.


A grande fama de ser um dos melhores uísques escoceses atingiu a destilaria nos anos 50 e 60, quando começou a ser valorizado em outros países, principalmente a Inglaterra, tornando-se referência e sendo utilizado como base para composição de sofisticados blends de outras marcas tradicionais. Somente em 1999, após muitas tentativas de compra e sociedade com a destilaria, a prestigiosa destilaria THE MACALLAN foi adquirida pelo Grupo Edrington, também proprietário do uísque The Famous Grouse. A partir de então, os novos proprietários agregaram ainda mais qualidade ao produto, que passou a ser comercializado em diversos outros países fora da Europa, quando foi introduzido no Oriente Médio e na Ásia.


Recentemente, em 2009, uma parceria entre a THE MACALLAN e a prestigiada cristaleria francesa Lalique, originou uma verdadeira jóia rara para os apreciadores de uísque. As duas marcas sempre acreditaram fielmente que a fabricação de uísques e de cristais eram formas de arte que deveriam ser inspiradoras, e não apenas um mero processo de produção que poderia ser substituído por um pouco de lógica e por máquinas. Foi então que surgiu a edição limitada The Macallan in Lalique Decanter (o tradicional uísque em uma garrafa de cristal Lalique, com produção limitada a 400 unidades), que reunia o incontestável Mestre dos Cristais e o supremo Mestre dos Uísques.


O THE MACALLAN 57 LALIQUE “FINEST CUT” é a seleção do uísque single malt envelhecido por 57 anos em barris de Jerez (que resulta em um single malte suntuoso e suave, que exibe os aromas de frutas secas, temperos e turfa típicos do estilo da destilaria no princípio da década de 50) somada à majestosa garrafa de cristal Lalique Finest Cut, que chegou ao mercado custando US$ 15.000, disponível apenas em lojas selecionadas nos Estados Unidos, Reino Unido, Europa e Ásia. Foi a segunda remessa mais antiga de uísque da marca já oferecida, superada apenas em idade pelo lendário 1926, um THE MACALLAN de 60 anos de idade engarrafado em 1986.


Mesmo depois de quase 200 anos de existência, um detalhe imprescindível para a produção do uísque ainda é preservado: o processo de destilação. A devoção, o compromisso e a habilidade dos mestres artesãos que fazem o uísque THE MACALLAN são tão presentes hoje como no início do século XIX. Sua obstinada dedicação na escolha da melhor cevada, levedos e água, sua técnica em usar apenas a melhor parte da bebida produzida (apenas 16% é aproveitado para encher os barris da destilaria) e o cuidado com sua maturação, usando apenas a melhor madeira de carvalho disponível vêm assegurando a qualidade consistente e imutável deste lendário single malte, para que o sabor e as nuances sejam as mesmas que transformaram a bebida em uma das mais importantes do mundo.


As jóias raras
A destilaria, que possui produção anual limitada, oferece aos apreciadores 7 linhas de single maltes, somando mais de 73 tipos diferentes dos exclusivos uísques.
THE MACALLAN SHERRY OAK: esta linha é composta por uísques envelhecidos 10, 12, 18, 25, e 30 anos em barris de carvalho espanhóis de Jerez.
THE MACALLAN FINE OAK: esta linha, introduzida em 2004, é composta por uísques mais delicados e leves envelhecidos 10, 12, 15, 17, 18, 21, 25, e 30 anos, não somente em barris de carvalho espanhóis de Jerez, mas também de carvalho americanos de Bourbon, que lhes conferem uma característica toda especial.
THE 1824 Collection: esta linha é composta por uísques especiais como o Select Oak, Whisky Maker’s Edition, Estate Reserve e 1824 Limited Edition.
Destilliry Exclusives: esta linha é composta por uísques exclusivos da destilaria THE MACALLAN como o Ghillie’s Dram, Cask Selection 2008, Easter Elchies Cask Selection 2009 e Destilliry Exclusive Reawakening.
Fine & Rare: esta linha é composta por 47 uísques raros, tendo como destaques o 1926 (envelhecido 60 anos, com a garrafa custando US$ 54 mil), 1945 (envelhecido 56 anos), 1946 (envelhecido 56 anos), 1949 (envelhecido 53 anos), 1951 (envelhecido 51 anos), 1955 (envelhecido 46 anos) e 1958 (envelhecido 43 anos).
Lalique: esta linha é composta pelos melhores uísques da destilaria em garrafas de cristais da tradicional marca francesa, incluindo o Lalique (50 anos), Lalique II (55 anos) e Lalique III (57 anos).
Masters of Photography: esta linha é composta por uísques envelhecidos 30 anos cujos rótulos das garrafas são verdadeiras obras-primas da fotografia feitas pelo renomado britânico Rankin na propriedade onde está localizada a destilaria.


Uma reputação única
São seis pilares que fundamentam a reputação do THE MACALLAN:
1. O lar espiritual: A Easter Elchies House orgulhosamente “vigia” a destilaria THE MACALLAN em Speyside, no noroeste da Escócia. Construído em 1700, este castelo jacobita é o lar espiritual da THE MACALLAN.
2. Alambiques pequenos: Os alambiques de cobre curiosamente pequenos e de formato exclusivo ajudam a concentrar o sabor da bebida recém produzida.
3. A melhor porção do uísque: Denominado “cut”, é a quantidade de bebida destilada recolhida dos alambiques como a bebida recém produzida. A destilaria utiliza um dos melhores “cuts” da Escócia. Geralmente, apenas 16% é aproveitado para preencher os barris da marca e maturar o prestigioso uísque
4. Os barris de carvalho: A determinação inabalável da marca, de selecionar apenas os melhores barris de carvalho, confere uma qualidade insuperável e atemporal aos seus uísques
5. Cor natural: Na destilaria a cor natural é algo de que se faz questão. Há apenas a interação da bebida e da madeira, resultando numa rica variedade de cor.
6. Um uísque inigualável: THE MACALLAN continua sendo o single malte com o qual todos os outros são comparados. É celebrado por todos os cantos pelos especialistas e conhecedores como o uísque mais desejado do mundo.


Dados corporativos
● Origem: Escócia
● Fundação: 1824
● Fundador: Alexander Reid
● Sede mundial: Perth, Escócia
● Proprietário da marca: Edrington Group
● Capital aberto: Não
● Chairman: Sir Ian Good
● CEO: Ian Curle
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Destilarias: 1
● Presença global: + 80 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 150
● Segmento: Bebidas alcoólicas
● Principais produtos: Uísques single maltes
● Ícones: A coleção The Macallan Lalique
● Slogan: The Macallan. The great Single Malt.
● Website: www.themacallan.com

A marca no mundo
Os exclusivos e disputados uísques da marca THE MACALLAN são comercializados em mais de 80 países ao redor do mundo somente nas mais refinadas e exclusivas lojas do segmento.Você sabia?
● No Brasil, o uísque THE MACALLAN envelhecido 12 anos é vendido por não menos de R$ 350,00 a garrafa, enquanto o de 18 anos pode atingir R$ 950,00.As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

São Sérgio e São Baco.

Igreja Ortodoxa São Sérgio e São Baco, mártires.

A antiga Igreja de São Sérgio e São Baco, mais conhecida atualmente por Pequena Santa Sofia (em turco): Küçük Ayasofya Camii, em grego: Eκκλησία τῶν Άγίων Σεργίου καί Βάκχου ὲν τοῖς Ὸρμίσδου) foi uma igreja ortodoxa bizantina da cidade de Constantinopla, a atual Istambul, na turquia.

O edifício bizantino foi erigido no século VI e foi um modelo para a Basílica de Santa Sofia, a principal igreja do Império Bizantino. Situa-se no bairro de Kumkapi, distrito de Eminönü, próximo da margem do Mar de Mármara, da qual se encontra atualmente separada pela linha férrea Sirkeci-Halkalı e uma avenida marginal, a Kennedy Cadesi. A igreja era dedicada aos mártires Sérgio e Baco de Resafa. Desde o princípio do século XVI que é usada como mesquita.

Diz-se que estes santos eram oficiais do exército romano na fronteira com a Síria. Sérgio era o comandante da escola de recrutas e Baco seu subalterno. Ambos gozavam do prestígio do imperador Maximiano, até o dia em que este se deu conta de que sempre, enquanto ia ao templo de Júpiter oferecer sacrifícios os dois soldados ficavam à porta. Imediatamente os mandou chamar para que tomassem parte da cerimônia. Como se negassem a obedecer, o imperador ordenou que suas insígnias militares fossem retiradas e que fossem vestidos com roupas femininas e levados assim por toda a cidade. Depois os desterrou para Resafa, na Síria atual, onde o governador mandou que fossem tão cruelmente açoitados que Baco veio a falecer durante as torturas. Seu corpo foi jogado na rua, mas os corvos o protegeram contra a voracidade dos cães. São Sérgio foi obrigado a caminhar um longo trecho com unhas de ferro nos pés, até o local onde foi decapitado. Os martirológios e os escritores eclesiásticos antigos dão testemunho do martírio destes santos, porém os detalhes de sua morte não são fidedignos. No ano 431, Alexandre, o Metropolita de Hierápolis, ordenou restaurar uma igreja que estava sobre o sepulcro de São Sérgio. No século VI, as paredes desta igreja estavam cobertas de prata. Alexandre investiu muito dinheiro na restauração desta igreja e, três anos mais tarde, a região de Resafa se tornou Diocese, ficando esta igreja fora de sua jurisdição, o que o desagradou muito. Em memória deste santo, a cidade passou a se chamar Sergiopólis. Justiniano a fortificou, honrando particularmente a memória destes mártires. A Igreja de Resafa era uma das mais famosas da Síria. Sérgio e Baco, juntamente com Teodoro, Demétrio, Procópio e Jorge eram os patronos do exército Bizantino.

Maison Ladurée – Fundada em 1862.

Maison Ladurée – Fundada em 1862 | Paris

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A Ladurée é conhecida internacionalmente pelos seus macarons. Fundada em 1862 a Maison Ladurée é sinônimo de DELICIA !
A história dos salões de chá parisienses está intimamente ligada à história da família Ladurée.
Tudo começou em 1862, quando Louis Ernest Ladurée, criou uma boulangerie (padaria) na 16 rue Royale, em Paris.
Em 1871, enquanto o Barão Haussmann dá uma nova cara para Paris, um incêndio permite a transformação da boulangerie (padaria) em “patisserie” (casa de doces).
A decoração da “patisserie” é confiada então a Jules Chéret famoso artista do final do século.

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O início deste século transforma Paris em uma cidade frenética com seus passeios e entretenimento. Os parisienses migram para a Exposição Universal. As mulheres também querem mudar, elas querem encontrar novas pessoas, ouro, formar novos círculos e com isso os salões literários saem de moda.
Foi então que Jeanne Souchard, a esposa de Ernest Ladurée teve a ideia de misturar estilos : ela une o café parisiense e a pastelaria, e dá origem a uma das primeiras casas de chá da Capital.

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Mas sem duvida uma das mais visitadas e lindas da Capital Francesa é a que está situada na Avenue des Champs Elysées que aliás é também casa de chá.

Durante seu passeio em Paris, não deixe de fazer uma pausa em uma das lojas Ladurée.
Também pode dar uma passadinha no Ladurée Bar … um luxo !

Quando estamos em Paris, sempre vamos até lá para degustar e também comprar as embalagens para trazer na viagem.

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História dos Óculos.

A primeira referência histórica oriental sobre a existência dos óculos está registrada nos textos do filósofo chinês Confúcio, 500 anos antes de Cristo. Durante séculos serviram apenas como acessórios aos nobres chineses ou meros objetos de discriminação social em relação às pessoas do povo e portadores de doenças mentais.

As peças serviram somente como adornos pessoais, porque as lentes de vidro não tinham graus. A ótica só apareceria por volta dos anos 900 depois de Cristo. Na Grécia antiga, era comum ser contrário ao uso de correção para leitura.

Filósofos acreditavam que visão era menos importante ao crescimento do ser humano do que as emoções.

Mas foi na Roma dos Césares que mudou o conceito sobre lentes. No século I depois de Cristo, o imperador Nero descobriu as lentes coloridas contra a luz do sol ao usar uma lâmina de vidro verde sobre os olhos, durante as famosas apresentações públicas nas arenas romanas.

Pedras semipreciosas, como o berilo e o cristal de rocha foram os instrumentos iniciais à correção visual para perto. Cortadas em camadas finas e colocadas sobre os textos, aumentavam o tamanho das letras.
Mais tarde passaram a ser usadas sobre os olhos, criando-se a primeira forma de lente corretiva, possivelmente manufaturada pelos mestres vidreiros, artesões da República de Veneza. O primeiro par de ferros com aros grandes, unidos por rebite, foi descoberto na Alemanha, em 1.270. Com movimentos de compasso, permitia ser ajustado precariamente sobre a ponta do nariz.

Nesse mesmo século, modelo semelhante aparece em Florença, convertendo-se em sucesso de vendas. Por essa ousadia, os italianos passaram à História como os inventores dos óculos.
As primeiras peças eram pesadas e desconfortáveis. Pesquisas técnicas seguiram-se por dois ou três séculos para que fosse montado um modelo que oferecem conforto e segurança. No século XV, os pince-nez e lornhons eram moda.

O primeiro ajustável na ponta do nariz, sem haste, o segundo com haste lateral para ser seguro sobre os olhos. No século XVII, foram criados os modelos com hastes fixas sobre as orelhas. Apesar de muitos vendidos, estes tipos de armações não abalaram a fama do pince-nez e do lornhon que foram usados por homens e mulheres até a década de 20 deste século, quando foram substituídos pelo estilo Numont com aros superiores ou inferiores finos e leves e cujas versões modernas são sucesso de vendas até hoje.

Na década de 40, as tendências eram aros redondos de plástico, nos anos 60 o estilo gatinho comandou as vendas e década de 70 os grandes óculos de plástico coloridos, que serviram de máscaras, encobrindo metade dos rostos. Hoje as pedidas são armações pequenas com lentes de acrílico ou policarbonato, que tornam os óculos ainda mais leves.

Através das Décadas

Monóculo

Binóculo de madre perola

Tesoura

Modelo dos primeiros óculos com hastes fixas

Estojo forrado de pele de peixe, século XIII (chinês)

Lorgnon, século XVI

Longnette, século XVI

Pince nez, século XVI

Década de 1950, modelo masculino

Década de 1950

Década de 1950, modelo feminino

Década de 1960

Década de 1970

Década de 1970

Década de 1970

Década de 1970