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O Projeto TAMAR, voltado para a conservação das tartarugas marinhas  em todo o território brasileiro, foi instituído em 1.980 pelo ex-Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal – o IBDF -, hoje convertido no conhecido Ibama ou Instituto Brasileiro de Meio Ambiente. Este instituto tem o objetivo de resguardar este animal à beira da extinção.projeto tamarPara tanto este ícone do movimento ambientalista nacional investiga, preserva e manipula pelo menos cinco classes de tartarugas marinhas que estão prestes a desaparecer. Desta forma este projeto invejável atua como um padrão de conservação animal para o resto do Planeta, pois atua de forma imediata, sem intermediários, com os grupos que habitam a costa marítima brasileira.

A expressão TAMAR é uma abreviatura  dos termos tartaruga e marinha, criada nos anos 80 pela contingência de inscrever o nome do Instituto nas pequeninas placas confeccionadas com metal e usadas nestes espécimes para identificá-los como integrantes do movimento, submetidos assim a pesquisas biométricas e à constante vigilância do grupo através de um monitor, que tem, desta forma, a oportunidade de observar seus caminhos migratórios.

O Tamar cuida de uma média de 1.100km de praias, por meio da manutenção de 23 bases de apoio em territórios reservados para as refeições das tartarugas, em áreas de desova, desenvolvimento e repouso destes animais, seja na costa marítima ou nas ilhas espalhadas pelos oceanos, ao longo de nove Estados nacionais.

O Programa Brasileiro de Conservação das Tartarugas Marinhas é ativado pelo Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas – Centro Tamar, que tem ligação direta com a Diretoria de Biodiversidade do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade –ICMBio -, entidade integrada ao Ministério do Meio Ambiente.

A Fundação Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisas das Tartarugas Marinhas, conhecida como Fundação Pró-TAMAR, órgão não governamental instituído em 1988, é parceira neste projeto. Cabe a ela cuidar dos aspectos gerenciais, técnicos e acadêmicos; da obtenção de meios financeiros nas empresas privadas e nos órgãos responsáveis pelo financiamento de projetos; e da administração de planos de auto-sustentação.

Esta associação não é, portanto, de natureza estritamente estatal, e conta com a atuação constante de empresas e institutos brasileiros e estrangeiros, bem como com a parceria de ONGs. O patrocínio vem da Petrobras, de gestões estaduais e municipais, além dos órgãos públicos e privados já citados. Entidades da sociedade civil também apóiam essa iniciativa.

O Instituto nasceu na década de 70, quando estudantes do curso de Oceanografia costumavam realizar suas investigações acadêmicas em praias não frequentadas por banhistas. Eles presenciaram, então, no Atol das Rocas, pescadores exterminando tartarugas marinhas.

Eles notificaram os órgãos oficiais com documentação farta, incluindo fotos, e assim incentivaram as autoridades que então já planejavam desenvolver um plano de preservação dos animais marinhos. O projeto aí iniciado deu origem, nos anos 80, ao Tamar, que se sustenta também com as visitas dos turistas e a compra de camisetas e outros objetos ligados a esta associação.

Por Ana Lucia Santana.

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